de noite e desgostos do dia..."
Prefiro o copo à dose
diária, quente.
Prefiro minha poesia de quinta,
à poses frenéticas.
Preferências, me perco nela
e no vidro frio da pele.
Que esquenta e derrete
o que escrevo de caneta.
A poesia encrustada na pele
alcoólica e desacreditada.
Sonho e vejo. Se prevejo
ainda não sei.
Por isso prefiro a noite.
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