me deixo novamente
me trago pra dentro
mais um gole
mais um alento
eu peço
eu peço desculpas
eu peços uma bola
eu quero mais uma dose
de ti,
que é uma droga
que confunde
e inebria
que é brisa na madrugada
quente...
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
domingo, 29 de novembro de 2009
quem?
atrevida
acha que pode tudo?
invadir meus pensamentos
fazer tua voz soar no vento
acha que pode?
ser pequena deste jeito
e me ganhar tao facilmente
com sorrisos de canto
com caras escondidas
com risadas nada contidas
que poderes tem?
pra me deixar bobo
pra me fazer tolo
sentido perfumes
ouvindo voces
quem tu pensas que é?
pra me deixar assim
sem sono
sonhando...
acha que pode tudo?
invadir meus pensamentos
fazer tua voz soar no vento
acha que pode?
ser pequena deste jeito
e me ganhar tao facilmente
com sorrisos de canto
com caras escondidas
com risadas nada contidas
que poderes tem?
pra me deixar bobo
pra me fazer tolo
sentido perfumes
ouvindo voces
quem tu pensas que é?
pra me deixar assim
sem sono
sonhando...
ja viu que tem estrelas
la fora?
ja viu como fica o ceu
de madrugada
ja viu como pode
ser calma uma lagoa
as noites costumam ser longas
comopode ter feito isso tao rapido
que perigo
se o tempo passa
corrido ao teu lado
que parada
que diferente
que surpreso fico
e como fico
tanto que me surpreendo
tanto que nem me entendo
tanto que paro e so me vem voce
o tempo inteiro
la fora?
ja viu como fica o ceu
de madrugada
ja viu como pode
ser calma uma lagoa
as noites costumam ser longas
comopode ter feito isso tao rapido
que perigo
se o tempo passa
corrido ao teu lado
que parada
que diferente
que surpreso fico
e como fico
tanto que me surpreendo
tanto que nem me entendo
tanto que paro e so me vem voce
o tempo inteiro
de uma maneira estranha
o tempo fecha
e vonto sopra
mas ela some
some da mesma forma que aparece
do nada...
do nada é de onde o tudo começa
de altos
e baixos
tao baixos que nao me passam
mas me prenden
em outros laços
de olhares
baixos
de vermelhos alvo
horas quase cor de rosa
tao alva,
volta brincando
vem sorrindo
vai, me alucinando
o tempo fecha
e vonto sopra
mas ela some
some da mesma forma que aparece
do nada...
do nada é de onde o tudo começa
de altos
e baixos
tao baixos que nao me passam
mas me prenden
em outros laços
de olhares
baixos
de vermelhos alvo
horas quase cor de rosa
tao alva,
volta brincando
vem sorrindo
vai, me alucinando
Tropical(ismo)
acordo e pergunto a hora
sol bate
e rebate me lembra
a vermelha
de sol timida
que de tempos
em tempos
corre em ventos
e me visita
em sonhos
tao reais
que fazem sentir falta...
sol bate
e rebate me lembra
a vermelha
de sol timida
que de tempos
em tempos
corre em ventos
e me visita
em sonhos
tao reais
que fazem sentir falta...
sábado, 28 de novembro de 2009
experimentalismos
novos fatos
novas mudanças
(velhas)
vazias,
cheias de significados
mesclados e interesses
internos
tao externos quanto palpavel
(a)palpavel
pequeno ao ponto de
nao ganhar nem na ponta do pé
grande ao ponto
de desmontar-me com sorriso
com caras e bocas
narizes
e areias
acalman-se e se chingam
queimem no inferno
céu de liberdade(s)
novas mudanças
(velhas)
vazias,
cheias de significados
mesclados e interesses
internos
tao externos quanto palpavel
(a)palpavel
pequeno ao ponto de
nao ganhar nem na ponta do pé
grande ao ponto
de desmontar-me com sorriso
com caras e bocas
narizes
e areias
acalman-se e se chingam
queimem no inferno
céu de liberdade(s)
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
negações afirmativas
Eu nao sou da geraçao do desbunde, sou a raspa do tacho junkie,
sou metamorfose, tenho pensamentos curtos e vagos
ando, dou risada, divago,
a filosofia, na poesia
pra mim é mundo novo
com tantos lugares por explorar
como uns pontos fracos
de um jogo onde nao a competidor
onde lugar de anjo é trancado
e onde preto, é cor pra roupa
este mundo é perigoso
tem planta venenosa
tem planta carnivora
tem planta que me salva a vida
tenho alucinaçoes com um mundo careta
mas só quando estou de cara
tenhp previsoes de um desastre
tenho prova de que tudo é arte
tenho palavras
tenho ventanias
tenho por do sol na praia
tenho chuva em lagoa
tenho e nao tenho
e sigo vivendo a eterna contradição
esta chamado jamaika...
sou metamorfose, tenho pensamentos curtos e vagos
ando, dou risada, divago,
a filosofia, na poesia
pra mim é mundo novo
com tantos lugares por explorar
como uns pontos fracos
de um jogo onde nao a competidor
onde lugar de anjo é trancado
e onde preto, é cor pra roupa
este mundo é perigoso
tem planta venenosa
tem planta carnivora
tem planta que me salva a vida
tenho alucinaçoes com um mundo careta
mas só quando estou de cara
tenhp previsoes de um desastre
tenho prova de que tudo é arte
tenho palavras
tenho ventanias
tenho por do sol na praia
tenho chuva em lagoa
tenho e nao tenho
e sigo vivendo a eterna contradição
esta chamado jamaika...
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Tao perto de nenhum lugar
hoje me sinto
como riso de criança
correndo solto pelo campo
mne sinto bucolico
hoje me sinto
como velho praguejando
sentado em cadeira de balanço
me sinto ultra realista
hoje me sinto
como um jovem hc
se drogando em um festival
me sinto saudosista
hoje me sinto
como um adulto comportado
com uma pasta na mao
me sinto escola belas artes
agora me sinto
como um punk revoltado
com meu moicano erguido
me sinto recionario
amanha me sentirei
o que sempre fui
um poeta
delirante nos tempos das artesz
nas arte(manhas) do tempo
hoje me sinto
como riso de criança
correndo solto pelo campo
mne sinto bucolico
hoje me sinto
como velho praguejando
sentado em cadeira de balanço
me sinto ultra realista
hoje me sinto
como um jovem hc
se drogando em um festival
me sinto saudosista
hoje me sinto
como um adulto comportado
com uma pasta na mao
me sinto escola belas artes
agora me sinto
como um punk revoltado
com meu moicano erguido
me sinto recionario
amanha me sentirei
o que sempre fui
um poeta
delirante nos tempos das artesz
nas arte(manhas) do tempo
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
again
Ameixas,
ameixas me tiraram o sono
se fazem de donas
marotas
brincalhonas
sao brancas
alvas
escuras
quase pretas.
e que pretas
escuras e calmas
ruinas de causas
despertadoras de
paixao...
....................................................................
ameixas me tiraram o sono
se fazem de donas
marotas
brincalhonas
sao brancas
alvas
escuras
quase pretas.
e que pretas
escuras e calmas
ruinas de causas
despertadoras de
paixao...
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segunda-feira, 9 de novembro de 2009
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
nostalgia(S)
essa noite me peguei pensando
em escrever de novo
em forma de prosa
mas a poesia ainda me encanta, tanto
como tanto me encaNtam poetas e poetisas
nerudas e luxerburgos
me despertam paixoes como julietas
e romeus
quero perder-me em liberdades
correr de libertinagens
ou seriam contrario?
encontrar em prisoes de libertinagens
ainda me pergunto se vale a pena poetiZar e escrever
em prosa e poesia de nerudas e luxergburgos
ou se me calar
de novo
pedir outra garrafa
e apagar mais um cigarro...
em escrever de novo
em forma de prosa
mas a poesia ainda me encanta, tanto
como tanto me encaNtam poetas e poetisas
nerudas e luxerburgos
me despertam paixoes como julietas
e romeus
quero perder-me em liberdades
correr de libertinagens
ou seriam contrario?
encontrar em prisoes de libertinagens
ainda me pergunto se vale a pena poetiZar e escrever
em prosa e poesia de nerudas e luxergburgos
ou se me calar
de novo
pedir outra garrafa
e apagar mais um cigarro...
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
um pé de...
um pé de cha verde
de cha preto
de erva doce
uma moita de azaléias
um arbusto de roseiras
uma moita com espinhos
uma pétala de rosa
um beijo roubado
ganhado com
um buque de jasmins roubados
à tinha minha Jasmin
de cha preto
de erva doce
uma moita de azaléias
um arbusto de roseiras
uma moita com espinhos
uma pétala de rosa
um beijo roubado
ganhado com
um buque de jasmins roubados
à tinha minha Jasmin
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Perdao
pede-se
poem-se
o ceu nao perdoa
meu azul virou negro
me sol virou chuva
que caiu sem misericordia
para a chuva
na falta de tempo
na abertura de nuvem
alguem perdeu a chave
o ceu nao abre mais
e a torneira la de cima
vaza, vaza e vaza
chuvas demais em primavera
poem-se
o ceu nao perdoa
meu azul virou negro
me sol virou chuva
que caiu sem misericordia
para a chuva
na falta de tempo
na abertura de nuvem
alguem perdeu a chave
o ceu nao abre mais
e a torneira la de cima
vaza, vaza e vaza
chuvas demais em primavera
domingo, 27 de setembro de 2009
amo...
Eu amo
sem culpa
a amo
sem roupa
me ama
sem pudor
nos amamos
sem vergonha
Eu amo
na cama
a amo
no sofá
me ama
no banho
nos amamos
na sala
Eu amo
por perto
a amo
como tudo
me ama
quando a chamo
nos amamos
pela vida
sem culpa
a amo
sem roupa
me ama
sem pudor
nos amamos
sem vergonha
Eu amo
na cama
a amo
no sofá
me ama
no banho
nos amamos
na sala
Eu amo
por perto
a amo
como tudo
me ama
quando a chamo
nos amamos
pela vida
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
A viajem
" a psicodelia acabou..."
discordo,
é quase uma hora da manha,
eu aqui jogado com o cinzeiro cheio, algumas bitucas de cigarro,
aalgumas garrafas pelo chao
na mao caneta e papel
pronto pra criar algo que vem
vem de dentro daquela porta fechada
que a unica coisa que passa por ela
é ar, fumaça, e alguns amigos
como o apartamento esta sozinho,
digo, eu estou sozino,
subintende-se
eu sinto, a garrafa esvaziar
sinto o fumo acabar e sobrar filtro
sinto tudo virar ponta
sinto o vento, que sacode as folhas paradas
tapo os ouvidos para nao ouvir o silencio gritante
escuto punk rock as 2 da manha no ultimo volume
sinto o odio dos vizinhos
sinto o calor dos olhos
perco o quente da pele
perco o chao quando tudo se vai
mas flutuo na fumaça
vejo a bagunça de um copo de suco que derramou
na mesa branca
suco de uva
misturou com cerveja
e com papel colorido
juntando a fumaça
bem vinda de volta psicodelia...
discordo,
é quase uma hora da manha,
eu aqui jogado com o cinzeiro cheio, algumas bitucas de cigarro,
aalgumas garrafas pelo chao
na mao caneta e papel
pronto pra criar algo que vem
vem de dentro daquela porta fechada
que a unica coisa que passa por ela
é ar, fumaça, e alguns amigos
como o apartamento esta sozinho,
digo, eu estou sozino,
subintende-se
eu sinto, a garrafa esvaziar
sinto o fumo acabar e sobrar filtro
sinto tudo virar ponta
sinto o vento, que sacode as folhas paradas
tapo os ouvidos para nao ouvir o silencio gritante
escuto punk rock as 2 da manha no ultimo volume
sinto o odio dos vizinhos
sinto o calor dos olhos
perco o quente da pele
perco o chao quando tudo se vai
mas flutuo na fumaça
vejo a bagunça de um copo de suco que derramou
na mesa branca
suco de uva
misturou com cerveja
e com papel colorido
juntando a fumaça
bem vinda de volta psicodelia...
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
hoje
hoje me sinto
saudoso
nao dos tempos de dantes
mas saudando o tempo
de dias antes
sinto meio antiquado
meio jovem guarda
grunge anos 90
gerado em festival
punk anos 80
hoje me sinto como rock n'rool
todo mundo sabe que esta ali
mas ninguem da mais a devida atenção
de hora em outra alguem surge
usa e volta
hoje me sinto meio
morto-vivo
mais pra vivo do que pra morto
apenas vivo
vivendo....
hoje me sinto
saudoso
nao dos tempos de dantes
mas saudando o tempo
de dias antes
sinto meio antiquado
meio jovem guarda
grunge anos 90
gerado em festival
punk anos 80
hoje me sinto como rock n'rool
todo mundo sabe que esta ali
mas ninguem da mais a devida atenção
de hora em outra alguem surge
usa e volta
hoje me sinto meio
morto-vivo
mais pra vivo do que pra morto
apenas vivo
vivendo....
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Quando o sol Nascer
quando o sol nascer jah me chamará...
......................................................................
o so, nasce e cai de novo
eu aqui passo o dia impassivo
incompreenssivo
incompreendido
apaixonado
rebulido
realocado
rebobinado
passo o dia
o sol nasce e cai
e o dia passa
passa torto feio
e trovoando
gritando com a falta de voce
......................................................................
o so, nasce e cai de novo
eu aqui passo o dia impassivo
incompreenssivo
incompreendido
apaixonado
rebulido
realocado
rebobinado
passo o dia
o sol nasce e cai
e o dia passa
passa torto feio
e trovoando
gritando com a falta de voce
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