"Sobre a importância
vinda da vida, em presentes do tempo..."
o sorvete derrete,
sem você aqui.
igual ao gelo
dentro do uísque
esperando te embebedar.
pro perigo que falamos
seja o mesmo.
entendo teus olhos
na loucura da
nossa conexão.
no nosso amontoado
de papéis, poucos escritos
são publicáveis.
e eles escrevo
na tua pele branca
marcada por querer
no deslize da vontade.
domingo, 23 de outubro de 2011
sábado, 22 de outubro de 2011
"sobre o poeta
que ninguém vê, só os cantos da mente escura..."
mudar é preciso
e quando a própria poesia
toca o poeta, muda.
muda o rumo e o poeta emudece.
a hora de crescer chegou.
a poesia floresce com as Lótus
da loucura juvenil.
tudo conspira a favor, não há porque
irmos contra, se é só falar.
o peter pan se entrega a vida
real, com os lapsos de loucura necessários,
cresce sem envelhecer e bate à sua janela a perguntar:
-vem comigo?!
com todos as caras possíveis...e espera a resposta, caldo, esperando...
que ninguém vê, só os cantos da mente escura..."
mudar é preciso
e quando a própria poesia
toca o poeta, muda.
muda o rumo e o poeta emudece.
a hora de crescer chegou.
a poesia floresce com as Lótus
da loucura juvenil.
tudo conspira a favor, não há porque
irmos contra, se é só falar.
o peter pan se entrega a vida
real, com os lapsos de loucura necessários,
cresce sem envelhecer e bate à sua janela a perguntar:
-vem comigo?!
com todos as caras possíveis...e espera a resposta, caldo, esperando...
"sobre as verdades...que digo
mesmo sem esperar que acredites..."
te falo sobre tudo
no medo de não ter nada.
considero, mas fiz chorar.
te tenho na pele,
mas não tenho mais,
os pensamentos que tive.
me escancaro, como me escancarei
se pudesse agora,
te contar,
o que vivi
e sem querer
a fiz viver.
a poesia que te cativei
te distanciei.
te conto,
se quiseres.
me perdoa, se puderes.
ainda guardo
minhas lagrimas
da tua distancia.
mesmo sem esperar que acredites..."
te falo sobre tudo
no medo de não ter nada.
considero, mas fiz chorar.
te tenho na pele,
mas não tenho mais,
os pensamentos que tive.
me escancaro, como me escancarei
se pudesse agora,
te contar,
o que vivi
e sem querer
a fiz viver.
a poesia que te cativei
te distanciei.
te conto,
se quiseres.
me perdoa, se puderes.
ainda guardo
minhas lagrimas
da tua distancia.
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