domingo, 29 de novembro de 2009

quem?

atrevida
acha que pode tudo?
invadir meus pensamentos
fazer tua voz soar no vento
acha que pode?
ser pequena deste jeito
e me ganhar tao facilmente
com sorrisos de canto
com caras escondidas
com risadas nada contidas
que poderes tem?
pra me deixar bobo
pra me fazer tolo
sentido perfumes
ouvindo voces
quem tu pensas que é?
pra me deixar assim
sem sono
sonhando...
ja viu que tem estrelas
la fora?
ja viu como fica o ceu
de madrugada
ja viu como pode
ser calma uma lagoa
as noites costumam ser longas
comopode ter feito isso tao rapido
que perigo
se o tempo passa
corrido ao teu lado
que parada
que diferente
que surpreso fico
e como fico
tanto que me surpreendo
tanto que nem me entendo
tanto que paro e so me vem voce
o tempo inteiro
de uma maneira estranha
o tempo fecha
e vonto sopra
mas ela some
some da mesma forma que aparece
do nada...
do nada é de onde o tudo começa
de altos
e baixos
tao baixos que nao me passam
mas me prenden
em outros laços
de olhares
baixos
de vermelhos alvo
horas quase cor de rosa
tao alva,
volta brincando
vem sorrindo
vai, me alucinando

Tropical(ismo)

acordo e pergunto a hora
sol bate
e rebate me lembra
a vermelha
de sol timida
que de tempos
em tempos
corre em ventos
e me visita
em sonhos
tao reais
que fazem sentir falta...

sábado, 28 de novembro de 2009

experimentalismos

novos fatos
novas mudanças
(velhas)
vazias,
cheias de significados
mesclados e interesses
internos
tao externos quanto palpavel
(a)palpavel
pequeno ao ponto de
nao ganhar nem na ponta do pé
grande ao ponto
de desmontar-me com sorriso
com caras e bocas
narizes
e areias
acalman-se e se chingam
queimem no inferno
céu de liberdade(s)

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

negações afirmativas

Eu nao sou da geraçao do desbunde, sou a raspa do tacho junkie,
sou metamorfose, tenho pensamentos curtos e vagos
ando, dou risada, divago,
a filosofia, na poesia
pra mim é mundo novo
com tantos lugares por explorar
como uns pontos fracos
de um jogo onde nao a competidor
onde lugar de anjo é trancado
e onde preto, é cor pra roupa
este mundo é perigoso
tem planta venenosa
tem planta carnivora
tem planta que me salva a vida
tenho alucinaçoes com um mundo careta
mas só quando estou de cara
tenhp previsoes de um desastre
tenho prova de que tudo é arte
tenho palavras
tenho ventanias
tenho por do sol na praia
tenho chuva em lagoa
tenho e nao tenho
e sigo vivendo a eterna contradição
esta chamado jamaika...

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Tao perto de nenhum lugar

hoje me sinto
como riso de criança
correndo solto pelo campo
mne sinto bucolico

hoje me sinto
como velho praguejando
sentado em cadeira de balanço
me sinto ultra realista

hoje me sinto
como um jovem hc
se drogando em um festival
me sinto saudosista

hoje me sinto
como um adulto comportado
com uma pasta na mao
me sinto escola belas artes

agora me sinto
como um punk revoltado
com meu moicano erguido
me sinto recionario

amanha me sentirei
o que sempre fui
um poeta
delirante nos tempos das artesz
nas arte(manhas) do tempo

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

again

Ameixas,
ameixas me tiraram o sono
se fazem de donas
marotas
brincalhonas
sao brancas
alvas
escuras
quase pretas.
e que pretas
escuras e calmas
ruinas de causas
despertadoras de
paixao...

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segunda-feira, 9 de novembro de 2009


meus pés me levam
ao vento leve
brisa
de mar
de mato verde
brisa de marola
brisa de maral
sao levados
lavados e torcidos
os meus pés
all star e havaiana
machucam
castigam
aconchegam
de forma que sinto sua falta aqui.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

pilhas e pilhas
de papeis
voando
para o ceu
para o mar
esfumamaçado
espumado
mar(ofado)esia
apaixonado
anestesiado
pela minha propria
contravontade

nostalgia(S)

essa noite me peguei pensando
em escrever de novo
em forma de prosa
mas a poesia ainda me encanta, tanto
como tanto me encaNtam poetas e poetisas
nerudas e luxerburgos
me despertam paixoes como julietas
e romeus
quero perder-me em liberdades
correr de libertinagens
ou seriam contrario?
encontrar em prisoes de libertinagens
ainda me pergunto se vale a pena poetiZar e escrever
em prosa e poesia de nerudas e luxergburgos
ou se me calar
de novo
pedir outra garrafa
e apagar mais um cigarro...