"Sobre a nova sobriedade,
nas prisões sem muros..."
preso o poeta liberto
fica na terra deitado
em posição fetal espera a chuva
molhar todo aquele encantamento
que causa, a sobriedade
da falta de lucidez,
sóbrio.
Sóbrio e nada sombrio,
o poeta se joga,
bolas pra Jah
goles pra alguma bruxa.
e uma dose de uísque pra ela.
que poem o poeta no chão
na lona, do colchão
arranca suspiros ébrios
dos olhos bêbados brilhantes.
que amolecem,
tanto quanto estamos no chão
deitado sobre a terra molhada
da tempestade com vento aqui fora...
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